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Glenda DiMuro On September - 22 - 2007

Decidimos que viajaríamos pelas estradas nacionais e não pela autopista. Além de economizar uma boa grana, conheceríamos as pequenas cidades do caminho, coisa que a velocidade de 140 km/h das autopistas não permite. O percurso foi tranqüilo (ao contrário do que muitos me haviam alertado, dizendo que estas estradas são mais perigosas).

No caminho compramos uma barraca e depois de nos perder “um pouco” na entrada de Lisboa, passar por estradinhas da serra muito estreitas e em mal estado de conservação, chegamos a Ericeira. Finalmente eu iria ver o mar! Ali buscamos um camping e montamos o nosso acampamento.

Não levava nem metade da essencial tralha de camping que costumo levar para o Forte no Uruguay, mas até que estava legal. O camping, pelo contrário, tinha muita infra-estrutura, cartão de identidade, banheiros muito limpos, máquina de lavar roupa, cyber…

O tempo é que não estava lá essas coisas, pois estava frio e ventava muito. Descobrimos que estávamos em uma região de ventos fortes porque vimos uns quantos moinhos de captação de energia eólica e porque, no próximo final de semana, se realizaria numa praia próxima um campeonato mundial de surf.

O camping ficava um pouco afastado do centro histórico da cidade, descobrimos isso no segundo dia. No inicio achei estranho, pois via muitos jovens durante o dia e pela noite não sabia onde eles se metiam. A cidade parecia vazia, mas achei normal porque em Portugal tudo fecha mais cedo do que na Espanha. O problema é que não estávamos no point… Ericeira é uma vila que vive do turismo e da pesca. É muito bonita, com restaurantes muito bons também.

No segundo dia fomos até Mafra. Eu queria muito conhecer a cidade pois li o livro Memorial do Convento de José Saramago, que se passa lá. Fizemos a visita pelo Palácio Nacional mandado construir pelo rei D. João V no século XVIII, obra mais grandiosa do barroco português. A biblioteca é espetacular, com um acervo de 40000 livros, alguns com encadernações em couro e escritas com ouro! O palácio tem poucos móveis porque D. João VI, quando fugiu com a sua corte para o Brasil, levou metade da mobília com ele.

Conhecemos as diversas praias da região de carro, pois o tempo frio e o forte vento impediu que aproveitássemos mais a praia. Em outras palavras, eu queria era ficar no sol, lendo e curtindo…mas…

Para ver as fotos clique aqui e aqui!

Categories: Turistando

Um comentário

  1. Luiz says:

    onde é Ericeira? não consegui visualizar no mapinha anterior…

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Glenda Dimuro